Por Ricardo Soberón Garrido*
Os países da região andina, na América do Sul, têm sido receptores incondicionais dos modelos antidrogas baseados em uma “guerra” que já se arrasta por quase 40 anos, com péssimos resultados. Nesta trajetória, foram criadas leis emergenciais, forças policiais especializadas, juizados especiais, penitenciárias de segurança máxima, grupos de trabalho e xerifes antidrogas ao melhor estilo velho oeste. Entretanto, o narcotráfico evolui, segue operando e corroendo nossas democracias. Quais os desafios que permanecem nos países da região?