Boas práticas em segurança pública - um novo paradigma para as politicas de segurança pública

Hoje podemos visualizar um novo paradigma em elaboração de politicas de segurança pública. Este novo paradigma são os projetos que se configuram como boas práticas em segurança pública, onde nestes projetos, tanto poder público, entidades competentes a segurança pública (policiais civis e militares, guardas municipais, judiciário, etc.) e a sociedade civil, se unem para a elaboração de projetos e práticas em situações onde as ações formais de segurança pública não conseguem dar conta da demanda, necessidades e fragilidades da população nesta área. Projetos que visam ações integradas podem ter melhores desempenhos, ou seja, ações onde a segurança passa a ser vista nao mais apenas como um caso policialesco, mas que a encara com um caso onde há a necessidade de se integrar outras áreas - habitação, saúde, educação, trabalho, etc.

Sem segurança, não há liberdade e sem liberdade não há democrácia. E sem todo um complexo de ações que visem uma vida digna à população, sem exclusão, preconceitos, carências, etc, não há segurança pública.

 

Comentários

segurança pública

Não tem como falar em Segurança Pública, sem citar CONSEGS e POLICIA COMUNITÁRIA, onde a policia trabalha juntamente com a comunidade, trabalhando em prevenções, onde os policiais passam por capacitação para dar um atendimento de qualidade a população, sendo parceiro, prestando um serviço de excelência.

E ao falar de CONSEGs e

E ao falar de CONSEGs e Polícia Comunitária, falamos em ações em integradas. Tanto um quanto o outro se complementam dando respaldo em projetos onde polícia e comunidade interagem mutuamente em parcerias rompendo o medo e a desconfiança no aparelho policialesco. Não podemos deixar de falar, quando tocamos nestes assuntos, na Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Artigo 3
Todo o homem tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 5
Ninguém será submetido a tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante

Artigo 7
Todos são iguais perante a lei e tem direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos tem direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação

Artigo 9
Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado

Artigo 10
Todo o homem tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.

Artigo 11
I) Todo o homem acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias a sua defesa.
II) Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituiam delito perante o direito nacional ou internacional. Também não será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo 22
Todo o homem, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indipensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento de sua personalidade.

Segurança Pública

A Segurança Pública dever do Estado, direito e responsabilidades de todos, é exercida para preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes orgãos:
-PF
-PRF
-PFF
-PJC
-PM e BM Militar

Segurança Pública como dever do Estado

Concordo que a segurança é um dever do Estado, mas o que fazer quando o Estado não dá respaldos a nossas instituições de segurança e onde dentro destas mesmas instituições vemos abusos de autoridade, cumplicidade com crimes, e outros tantos fatos graves que assolam nossa segurança, cidadania e direitos humanos?

Acredito então que é crucial a abertura para o povo para a participação e decisões principalmente em políticas  locais de segurança pública e também para dar mais transparências às ações de nossas polícias.

Disseminação de conhecimento científico no fazer policial

Sgt Salustiano - Polícia Militar de Brasilia

Vejo comentários sobre o fazer policiamento comunitário. Bem, conclui meu Curso Superior em Segurança e Ordem Pública e posso afirmar que ele está se tornando referência em matéria de Segurança Pública; Os policiais militares que perseveraram até o final do Curso e os que ainda estão perseverando tendem a revolucionar o modo de fazer policiamento e segurança... Viva o conhecimento.

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