Controle de armas na Colômbia
|
A Colômbia ocupou recentemente as páginas dos jornais brasileiros – principalmente na mídia fluminense – por causa do êxito do governo colombiano na difícil tarefa de reduzir o número de homicídios. A taxa chegou a 29 mil mortes em 2002, de acordo com dados do Exército colombiano. Em 2006, este número caiu para pouco mais de 17 mil e o país acabou se tornando um modelo para o combate ao crime no Brasil. Seguindo uma tendência regional – Brasil e Argentina são alguns dos países da América Latina que reformularam sua legislação e Chile, Paraguai e Uruguai estão se movimentando nesse sentido -, o Parlamento colombiano aprovou, no final de 2006, uma nova lei federal com o objetivo de controlar o uso e a disponibilidade de armas de fogo. Mas a lei é controversa. Para o diretor do Centro de Recursos para a Análise de Conflitos (Cerac), Jorge Restrepo, a nova lei, aprovada de surpresa no dia 27 de dezembro, tem contradições. "Em algumas disposições, a lei vai na contramão do processo atual, em outras, se forem corretamente implementadas, não. O balanço geral me parece incoveniente", afirma. Neste dossiê reunimos material para avaliar melhor as leis colombianas com relação ao controle de armas no país. Saiba mais: |
Controle de armas na Colômbia, uma lei na contramão Desarmamento contribui para diminuição das mortes por armas de fogo em Medelín Dossiês Artigos Como Bogotá conseguiu melhorar sua segurança Hugo Acero Katherine Aguirre y Jorge Restrepo Artigo do vice-ministro de Relações Exteriores da Colômbia Marcação e rastreamento de munição: a Indumil da Colômbia Katherine Aguirre y Jorge Restrepo |








Comentários
Enviar novo comentário