Capítulo do relatório Small Arms Survey 2007 sugere que guerreiros ugandenses e policiais do Rio de Janeiro foram mortos por munição originalmente fornecida para suas próprias forças.
Religiosos estimulam diálogo sobre controle de armas e somam esforços por um Tradato Global sobre o Comércio de Armas. Encontro em Nairóbi discutiu papel de igrejas na questão.
Um dos grandes temas durante este período de sessões da Assembléia Geral é a gestão de arsenais e especialmente de sua munição. América Latina e o Caribe são regiões especialmente sensíveis a este tema, e por isso é de grande valor a criação de fóruns de intercâmbio entre acadêmicos, diplomatas, técnicos das Forças Armadas e dos corpos de segurança, assim como representantes da sociedade civil.
Apesar de uma gestação difícil, a reunião internacional convocada pelo Canadá sobre princípios globais relativos a transferências de armas pequenas mostrou ser uma troca bem sucedida entre países, agências multilaterais e grupos da sociedade civil.
Swefor e o Fórum Parlamentar sobre Armas Pequenas e Leves organizaram durante o mês de agosto um seminário sobre o papel da Suécia no processo do TCA. Neste evento estiveram presentes diversos representantes da rede Clave, funcionários do Ministério Sueco de Assuntos Exteriores e da Agência Internacional Sueca de Desenvolvimento (ASDI), assim como representantes da Associação Sueca de Indústria de Defesa.
Encontro no Rio de Janeiro propõe nova abordagem para a prevenção da violência em centros urbanos. Novidades na legislação para reduzir a violência armada e prevenir envolvimento de jovens são esperadas para novembro.
Encontro reuniu governos, ONGs e agências da ONU em Genebra, Suíça, para discutir princípios globais para transferências de armas pequenas e leves no mundo. Brasil está entre os maiores exportadores do planeta.
Relatório preparado pelo Viva Rio apresenta os dados referentes às estatísticas de exportações e importações de armas pequenas e munição na América Latina e Caribe.
Acabar com a proibição do porte de arma para civis é a principal estratégia do lobby da indústria de armas no Congresso Nacional, para ferir de morte a lei de controle de armas brasileira.
Daniel Luz oferece um artigo sobre a contribuição que o Tratado sobre o Comércio de Armas pode supor em matéria de transparência de transferências de armas e munição.