"São projetos que fazem dos adolescentes os protagonistas da reconstrução de sua própria identidade", diz artigo da representante no Brasil da Unicef, Marie-Pierre Poirier, que reflete ainda sobre a repercussão do documentário Falcão.
"Parte da criminalidade só existe porque há uma banda podre na polícia - imune, pelo visto, a qualquer governo. Policiais honestos e competentes são imprescindíveis para se debelar essa crise. E eles existem. Mas precisam ter espaço nas instituições policiais".
Editorial do jornal O Estado de São Paulo diz que Febem desenvolve "a pior das culturas carcerárias". E critica a direção da entidade responsável pelos centros de internação de jovens em conflito com a lei de São Paulo que tem se mostrado incapaz de "implantar elementos básicos de um modelo saudável de reeducação".
Coordenador Estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos, o advogado <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />Ariel de Castro Alves comenta a promessa de desativação da Febem Tatuapé feita pelo então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O complexo foi palco de 18 das 35 rebeliões ocorridas na Febem em 2005.
Artigo fala da importância da participação de jovens na elaboração do documento. “O plano é o primeiro passo para o país superar a marginalização, o assistencialismo e a repressão no cumprimento das medidas sócio-educativas”.
Artigo exclusivo do coordenador do Projeto COAV Cidades <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em El Salvador, Marlon Carranza, sobre assassinato de sete pessoas durante partida de futebol em Penitente Abajo. “Zacatecoluca é o exemplo vivo de município com altas taxas de homicídio que não executou ações efetivas para combater a violência na região”.
“Execuções espetaculares como a de Stanley ‘Tookie’ Williams (em dezembro) podem funcionar para desviar a atenção do povo das falhas e crimes cometidos pelo governo americano. É mais fácil culpar o ‘super-predador’ do que a superpotência”, diz <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em artigo Tom Hayden, que entrevistou ‘Tookie’ na prisão de San Quentin, Califórnia, em 2002.
“Um dos aspectos mais chocantes no episódio de horror do ataque ao ônibus 350, em Brás de Pina, foi a participação de uma menina de 13 anos. Está fora de discussão que o problema de proporcionar um mínimo de tranqüilidade à população é policial. E que a repressão exige mais competência do poder público <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em geral. Mas não só”.
Texto escrito pelo coordenador da ONG Observatório de Favelas do Rio de Janeiro para o livro "Até Quando?", projeto da Escola de Fotógrafos Populares Imagens do Povo.
Em 1999, Diadema estava em primeiro lugar no ranking de homicídios do Estado de São Paulo, com uma média de 31 assassinatos por dia. Em 2004, essa média caiu para 11 por dia, ou seja, houve uma redução de 65%. Com essa expressiva queda, a cidade baixou para o 18º lugar na lista de homicídios. Caíram também os índices de furto e assalto. Milagre? Não.