Progama capacita jovens na Guatemala para que se tornem multiplicadores de uma cultura de paz. Sua missão é replicar a prevenção à violencia armada em suas comunidades, escolas, colônias e igrejas. Todos os anos, são recrutados e formados cerca de cem voluntários.
As meninas estão cada vez mais presentes, de forma mais ousada, enfática e participativa, nas gangues do Distrito Federal. Mas a presença de estereótipos relativos às representações de gênero ainda são muito presentes nestas redes sociais de jovens. Foi o que concluiu uma pesquisa coordenada por Miriam Abramovay, da Rede de Informação Tecnológica Latino-americana (RITLA).
Nas 22 unidades da instituição onde há assistência religiosa para os adolescentes, há pelo menos uma igreja protestante/evangélica (ou pentecostal) atuando, sendo que em 19 o serviço é prestado por representantes da Igreja Universal do Reino de Deus. A Igreja Católica está presente em 14 unidades e um grupo espírita em quatro. Dados são de pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser) a pedido do próprio Degase.
Propostas em "Pescadores de Homens - O perfil da assistência religiosa no sistema sócio-educativo do Rio de Janeiro", estudo do Iser coordenado por Pedro Simões.
Projeto desenvolvido pela parceria da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro com o Grupo Cultural Afroreggae leva temas como bullying, violência doméstica, uso da internet, corrupção policial e drogas até escolas, faculdades, igrejas, abrigos para jovens e empresas do Rio.
Principais atores e vítimas da violência, jovens são conclamados a falar de sua situação e assim ajudar a traçar caminhos para a construção de políticas públicas eficazes para a juventude. Esse diálogo tem sido promovido por ONGs e instituições de pesquisa com o apoio do Governo Federal, através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
Mais do que por dinheiro, crianças e jovens hoje entram para o tráfico de drogas para ostentar armas e garotas, que lhes conferem poder e status social na comunidade, conclui pesquisa do Unicef e da Universidade Candido Mendes lançada nesta segunda-feira, 21 de dezembro.
Das 266 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, apenas 10 apresentam um elevado grau de vulnerabilidade dos jovens de 12 a 29 anos à violência. Dessas, nenhuma é capital, embora muitas pertençam às regiões metropolitanas de seus estados. Além disso, embora a maioria dos jovens brasileiros tenha baixo risco e histórico de convívio com a violência, quase um terço desse grupo ainda enxerga esse mal como parte do seu cotidiano.
Desde 2001, Jovens no Exercício do Programa de Orientação Municipal (Jepom) já formou mais de seis mil jovens dispensados do serviço militar e colaborou para reduzir índice de homídios entre pessoas de 18 a 24 anos.
Rio de Janeiro tem 60 Grupos Articuladores Locais que implementarão a Plataforma dos Centros Urbanos, una iniciativa do Unicef que busca integrar o trabalho da comunidade e das autoridades locais para melhorar as condições de vida de crianças e jovens da cidade. A segunda fase é o diagnóstico da situação das comunidades e o desenho e a implementação dos planos de ação.