Com o Plano Nacional de Segurança Pública, governo iniciou processo com vistas a encaminhar e resolver problemas históricos do sistema de segurança e de justiça.
Organizado por Renato Sérgio de Lima e Liana de Paula, o livro reúne artigos de diversos especialistas, que analisam como o Estado, em suas múltiplas esferas e poderes, tem atuado para enfrentar o fenômeno da violência criminal no país.
Um Ministério da Segurança Pública, se não é a panacéia para todos os males do setor, contribuiria para dar maior organicidade a uma política nacional de segurança, com planejamento e estrutura adequada à dimensão da tarefa, em substituição à colcha de retalhos que é o atual sistema federal de segurança.
As antropólogas Haydée Caruso, Luciane Patrício e Elizabete Albernaz fazem diagnóstico institucional da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e comentam propostas de reforma.
Em artigo para o Comunidade Segura, cientista político João Trajano Sento-Sé comenta as propostas dos candidatos à Presidência para a área e diz que elas são pouco animadoras.
Comandante Geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Coronel Hudson de Aguiar Miranda destaca em artigo publicado no jornal O Globo as principais propostas de melhoria para a PM, resultantes de seminário realizado em julho
Quando se analisa o tema da segurança cidadã no âmbito da América Latina, comprova-se que a grande maioria dos países possui uma organização estatal que atende mais à segurança nacional (à segurança do Estado) que à segurança cidadã. Artigo de Hugo Acero Velásquez.
A advogada e pesquisadora do Programa de Segurança Humana do Viva Rio Florencia Fontán Balestra analisa programas de prevenção da criminalidade implantados nas cidades de Boston, Nova York e Hartford
Florencia Fontán Balestra analisa comparativamente as bem sucedidas reformas policiais realizadas em quatro cidades americanas (Nova York, Boston, Chicago e Nova Orleans), na Espanha (Corpo Nacional de Polícia) e no Chile (Carabineiros).
Em maio de 2000 uma operação policial no Morro do Pavão-Pavãozinho provocou cinco mortos. Moradores revoltados denunciaram execuções sumárias e depredaram lojas e veículos.