Delegada defensora dos direitos da mulher, Marta Rocha será chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ela substitui Allan Turnowski, que não resistiu no cargo cinco dias após a crise na segurança pública deflagrada pela Operação Guilhotina, da Polícia Federal, e deverá ser indiciado por vazamento de informação. A queda do chefe de polícia também foi motivada pela sua ordem para investigar a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), à revelia do secretário de Segurança. Para especialista em segurança pública, a Polícia Civil passa por um “processo de autofagia institucional”.